As Regiões não só não prejudicam os Municípios como devem ser um instrumento que contribua para a sua afirmação e reforço.

As regiões são criadas para apoiarem os Municípios e para se encarregarem de tarefas que, não havendo vantagem em dependerem da Administração Central, também não podem ser descentralizadas para os Municípios  devido à dimensão das questões envolvidas.

As políticas de atrair novos negócios e capital humano devem ser estratégicas para as regiões.

O regresso e integração dos Portugueses da Diáspora devem ser acarinhados e incentivados, pois permitirão o desenvolvimento local das regiões, promovendo desta forma a captação de novos cidadãos e assim o reequilíbrio demográfico do território.