As eleições para Governador de Nova Jérsia não representam apenas uma alternância de protagonistas políticos. São, acima de tudo, uma decisão moral sobre o futuro de um Estado que há demasiado tempo se encontra sujeito a impostos sufocantes, a uma máquina governativa descontrolada e a promessas que nunca se traduzem em benefícios concretos para as famílias trabalhadoras e para os pequenos empresários.

Neste contexto, Jack Ciattarelli ergue-se como a voz firme da responsabilidade e da ordem. O seu programa não se limita a retórica de circunstância. Propõe reformas estruturais destinadas a reduzir impostos, simplificar o sistema tributário e devolver ao contribuinte o respeito que lhe é devido. Jack compreende que governar não é explorar, mas servir, e que apenas um Estado sóbrio e disciplinado pode garantir prosperidade duradoura.

A sua adversária, Mikie Sherrill, é uma mulher dotada de talento político e capacidade de comunicação. Possui experiência e sabe mobilizar sectores diversos do eleitorado. Contudo, não está isenta de controvérsias que importa recordar. A divulgação imprópria de registos militares levantou sérias dúvidas sobre a forma como tratou documentação reservada, sendo acusada de instrumentalizar tais dados para benefício político. A sua defesa de políticas de diversidade e inclusão, quando convertidas em imposições legais, tem sido criticada por ameaçar a liberdade institucional e gerar novos desequilíbrios. Também a sua gestão de recursos públicos foi questionada em diferentes ocasiões por falta de clareza e rigor fiscal.

Jack, pelo contrário, é como o engenheiro que observa os alicerces da casa a ceder e decide reforçá-los antes que a estrutura ruir. Ele sabe que sem fundamentos sólidos não há edifício que resista. A sua visão é clara: cortar desperdícios, devolver liberdade económica e colocar a família no centro da vida comunitária.

Os apoios recebidos confirmam a confiança que inspira. O ex-Presidente Donald Trump declarou publicamente o seu endosso. O jornal New York Post manifestou a sua confiança através de editorial inequívoco. O presidente da Câmara de Garfield, Everett E. Garnto Jr., abandonou o Partido Democrata para se juntar à sua causa, declarando que o Estado se encontra quebrado e que só Jack poderá restaurá-lo. A National Federation of Independent Business de Nova Jérsia confirmou o seu apoio em nome dos pequenos empresários que sustentam a economia real. O presidente da Câmara de Vineland, Anthony Fanucci, sublinhou a sua proximidade ao Sul do Estado e reiterou a sua confiança. Estes apoios são testemunhos inequívocos de que líderes, instituições e cidadãos reconhecem em Jack a autoridade moral e política necessária para governar.

No meu caso particular, falo com conhecimento de causa. Conheço Jack Ciattarelli há quase duas décadas. Vi nele sempre o mesmo homem de carácter firme, dedicado ao bem comum, profundamente enraizado nos valores da família, do trabalho e da ordem. É por isso que, com plena consciência e autoridade da experiência pessoal, declaro o meu apoio à sua candidatura.

Em última análise, a escolha que se coloca ao eleitorado de Nova Jérsia é clara: entre a jardineira que rega as ervas daninhas com promessas vistosas e o agricultor que lavra a terra com suor para colher frutos verdadeiros. Mikie Sherrill fala em aliviar custos, mas não toca nas raízes que os provocam. Jack Ciattarelli, com coragem e clareza, apresenta a solução autêntica.

Nova Jérsia precisa de um capitão que saiba distinguir entre o brilho efémero e a obra duradoura. Esse capitão é Jack Ciattarelli. Votá-lo é reafirmar que a prosperidade nasce da ordem, da família e da responsabilidade, e nunca da demagogia que ilude mas não edifica.

 

Cesar DePaçoDiáspora América do Norte | Cesar DePaço