“As remessas representam uma importante fonte de rendimento para as famílias”
É como a avalia João Rui Ferreira, atual Secretário de Estado da Economia de Portugal, parte das relações económicas entre Portugal e a sua diáspora.
Este governante, licenciado em Engenharia Química, com pós-graduação em Métodos Quantitativos em Gestão e com experiência em Programa avançado de Gestão, sublinha que existem programas de apoio para portugueses emigrados que decidam voltar a viver em Portugal, além de traçar um panorama atual do cenário económico português.
Em entrevista à nossa reportagem, este antigo Secretário-geral da APCOR – Associação Portuguesa da Cortiça e presidente da Confederação Europeia da Cortiça, defendeu que “Portugal tem vindo a crescer de forma consistente e tem conseguido resistir com resiliência ao enquadramento externo incerto”.
Existem incentivos específicos ou programas de apoio para portugueses emigrados que pretendam regressar ao país e investir em Portugal? Se sim, que áreas mais interessam a Portugal?
Sim, o Governo tem estado a trabalhar na medida 10 do Programa ‘Acelerar a Economia’: Novo regime de atração de talento (IFICI+). Esta medida tem como objetivo a atração de talento qualificado para a economia nacional e visa incentivar o regresso e a fixação de emigrantes altamente qualificados em Portugal. A mesma consiste num incentivo fiscal à investigação científica, inovação e capital humano, por forma a abranger um conjunto alargado de profissões qualificadas e empresas. Será aplicada uma taxa de 20% sobre os rendimentos do trabalho (categorias A e B) o que potenciará o crescimento das empresas portuguesas e a captação de talento. Antes de ser promulgada, a mesma terá ainda de ser aprovada na Assembleia da República.
Por Ígor Lopes
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