Os emigrantes portugueses enviaram para o nosso país, no ano passado, 3.555 milhões de euros em remessas, o valor mais alto de sempre, correspondendo a 1,8% do Produto Interno Bruto nacional (PIB).

Isto numa altura em que se mantém a tendência de descida, sustentada, de trabalhadores para o exterior, depois do pico de emigração atingido em plena crise económica. Isso mesmo confirma o “Relatório da Emigração 2017”, apresentado esta segunda-feira, em Lisboa, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

O Jornal de Notícias avança que, de acordo com aquele documento, “trata-se do valor mais alto de sempre, sendo a primeira vez que é ultrapassada a barreira dos 3.500 milhões de euros (o pico anterior tinha sido verificado no ano 2000, com 3.458 milhões)”. Feitas as contas, as remessas de emigrantes portugueses em 2017 aumentaram 6,3% face ao ano anterior. Sendo que as estimativas do Observatório da Emigração apontam para a saída de 90 mil portugueses para o exterior no ano passado, menos dez mil do que em 2016.

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