O internacional português Diogo Jota e o seu irmão André Silva morreram esta segunda-feira, aos 28 anos, na sequência de um acidente de viação ocorrido em Espanha, na autoestrada A-52, perto de Zamora.
A confirmação foi feita por fontes familiares e amplamente noticiada pela imprensa nacional e internacional.
O avançado do Liverpool Football Club, natural de Massarelos (Porto), era uma das figuras mais queridas do futebol português contemporâneo. Com passagens por clubes como o Paços de Ferreira, FC Porto, Wolverhampton e Atlético de Madrid, afirmou-se como peça fundamental na Seleção Nacional e na Premier League.
Foto: Annegret Hilse | Reuters
Com 49 internacionalizações por Portugal, Diogo Jota participou em fases finais da Liga das Nações, do Campeonato da Europa e da qualificação para os Jogos Olímpicos. Ao serviço do Liverpool, conquistou a Premier League, FA Cup, Taça da Liga e a Supertaça inglesa. Era considerado um dos avançados mais versáteis e inteligentes da sua geração.
A sua morte representa uma enorme perda para o desporto nacional e para a Diáspora Portuguesa, que o acompanhava com orgulho em cada jogo disputado fora do país. Diogo Jota era o exemplo de um talento formado em Portugal que levou o nome do país às maiores arenas internacionais, sempre com profissionalismo, humildade e uma ligação autêntica às suas origens.
Em todo o mundo, multiplicam-se as homenagens e a consternação perante o sucedido.
A Federação Portuguesa de Futebol, clubes, companheiros de equipa e adeptos de todo o mundo têm manifestado pesar profundo pela perda. A sua memória será homenageada com um minuto de silêncio nas próximas competições, em sinal de respeito por tudo o que representou para o futebol e para Portugal.
A Diáspora Lusa presta homenagem a um dos seus.
Diogo Jota partiu cedo demais, mas a marca que deixou entre nós jamais será apagada.
