Emídio Sousa, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, iniciou esta quarta-feira, 10 de julho, uma visita oficial ao Brasil, com passagens por sete cidades, para acompanhar o funcionamento dos consulados e reforçar a ligação com a diáspora luso-brasileira.

A agenda decorre até 21 de julho e inclui deslocações ao Rio de Janeiro, Santos, São Paulo, Brasília, Goiânia, Salvador e Recife.

No Rio de Janeiro, visita o Consulado-Geral de Portugal e participa num almoço com os presidentes das Casas Regionais Portuguesas no Palácio de São Clemente. Estão ainda previstas visitas ao Lar D. Pedro V, à Casa do Minho e ao Real Gabinete Português de Leitura, onde será homenageada a fadista Maria Alcina.

Em São Paulo, reúne-se com os funcionários do Consulado-Geral. Em Santos, visita o Escritório Consular, encontra-se com membros do Conselho das Comunidades Portuguesas e reúne-se com dirigentes da Associação Portuguesa de Desportos, clube histórico fundado por emigrantes.

Em Brasília, estão agendados encontros com a embaixadora Maria Laura da Rocha, Secretária-Geral do Itamaraty, e com a embaixadora Márcia Loureiro, responsável pelos Assuntos Consulares e Comunidades Brasileiras. Também visitará a Associação Portuguesa de Brasília.

Em Goiânia, participa numa reunião na Secção Consular com o cônsul honorário e representantes do Conselho Consultivo da Comunidade Portuguesa e da Rede de Ciência e Inovação.

Em Salvador, visitará o Hospital Português, o Gabinete Português de Leitura e terá um encontro com representantes da Câmara de Comércio Portugal–Bahia.

A visita termina em Recife, com passagens pela CESPU – Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, pelo Real Hospital Português do Recife, pelo Gabinete Português de Leitura e um encontro com a governadora Raquel Lyra e representantes do Grupo Ferreira Costa.

A deslocação insere-se numa estratégia de diplomacia de proximidade, com o objetivo de reforçar o apoio institucional às comunidades portuguesas, acompanhar os serviços consulares e articular com autoridades locais, num momento em que os consulados enfrentam atrasos superiores a nove meses.

 

Por Rodrigo Matsuda