Companhias portuguesas participam, de 26 a 30 de agosto, na Feira de Teatro de Castela e Leão, em Ciudad Rodrigo, um dos mais importantes eventos de artes cénicas de Espanha.

 

Companhias portuguesas participam, de 26 a 30 de agosto, na Feira de Teatro de Castela e Leão, em Ciudad Rodrigo, um dos mais importantes eventos de artes cénicas de Espanha. A programação conta com 43 espetáculos de 13 comunidades autónomas espanholas e de Portugal, com os grupos nacionais a atuarem lado a lado com 14 companhias de Castela e Leão. A Universo Paralelo (Lisboa) apresenta Jacarandá, solo de marionetas de Magnum Soares inspirado na natureza. A EsTe – Estação Teatral (Fundão) leva Descaminho, produção luso-espanhola encenada por Sofia Cabrita que cruza ficção, memórias da Raia e reflexões sobre fronteiras culturais. Já a PIA – Projetos de Intervenção Artística (Pinhal Novo) estreia Caricature, performance itinerante com influências do expressionismo e do artivismo. No passado mês de julho, o teatro português marcou presença no Festival Internacional de Teatro Clásico de Almagro, onde a JAT – Janela Aberta Teatro (Lagos) venceu o prémio ALMAGRO OFF 2025 com Cabo das Tormentas. A peça mistura teatro físico, mimo contemporâneo e dança, integrando textos de Camões, Florbela Espanca, Fernando Pessoa, Jeanette Winterson e José Saramago. Aborda os Descobrimentos com uma visão crítica e poética, tendo registado quase lotação esgotada e recebido elogios pela força visual e emocional. A participação nacional conta com apoio da República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes e de municípios como Faro, Loulé e Lagos. O intercâmbio luso-espanhol é ainda fortalecido por coproduções, convites para estreias e residências artísticas. As propostas portuguesas distinguem-se pela diversidade estética e temática: teatro físico, marionetas, crítica social e dramaturgias híbridas. Os espetáculos exploram temas como identidade, memória, envelhecimento, fronteiras, natureza e exclusão social. Além destes eventos, Portugal esteve representado no Festival Internacional de Teatro Clásico de Mérida e no Festival Internacional de Teatro de Setúbal, que reuniu 25 peças de várias nacionalidades. Estes palcos confirmam a crescente internacionalização do teatro português e a força das parcerias culturais ibéricas.

A programação conta com 43 espetáculos de 13 comunidades autónomas espanholas e de Portugal, com os grupos nacionais a atuarem lado a lado com 14 companhias de Castela e Leão.

A Universo Paralelo (Lisboa) apresenta Jacarandá, solo de marionetas de Magnum Soares inspirado na natureza. A EsTe – Estação Teatral (Fundão) leva Descaminho, produção luso-espanhola encenada por Sofia Cabrita que cruza ficção, memórias da Raia e reflexões sobre fronteiras culturais. Já a PIA – Projetos de Intervenção Artística (Pinhal Novo) estreia Caricature, performance itinerante com influências do expressionismo e do artivismo.

No passado mês de julho, o teatro português marcou presença no Festival Internacional de Teatro Clásico de Almagro, onde a JAT – Janela Aberta Teatro (Lagos) venceu o prémio ALMAGRO OFF 2025 com Cabo das Tormentas. A peça mistura teatro físico, mimo contemporâneo e dança, integrando textos de Camões, Florbela Espanca, Fernando Pessoa, Jeanette Winterson e José Saramago. Aborda os Descobrimentos com uma visão crítica e poética, tendo registado quase lotação esgotada e recebido elogios pela força visual e emocional.

A participação nacional conta com apoio da República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes e de municípios como Faro, Loulé e Lagos. O intercâmbio luso-espanhol é ainda fortalecido por coproduções, convites para estreias e residências artísticas.

As propostas portuguesas distinguem-se pela diversidade estética e temática: teatro físico, marionetas, crítica social e dramaturgias híbridas. Os espetáculos exploram temas como identidade, memória, envelhecimento, fronteiras, natureza e exclusão social.

Além destes eventos, Portugal esteve representado no Festival Internacional de Teatro Clásico de Mérida e no Festival Internacional de Teatro de Setúbal, que reuniu 25 peças de várias nacionalidades. Estes palcos confirmam a crescente internacionalização do teatro português e a força das parcerias culturais ibéricas.